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余語翠巌 Yogo Suigan (1912-1996)



PDF: The Kyojukaimon and Explanation of the Ketchimyaku
by Rev. Suigan Yogo
* and Rev. Jiyu Kennett with Message from the Chief Abbot, Chisan Koho
Seal of 大本山總持寺 Daihonzan Sōjiji written by the Vice Abbot, 岩本勝俊 Iwamoto Shōshun (1891-1979)
[mimeographed at Daihonzan Sōjiji, Tsurumi, Yokohama, ca. 1965, 15 p.]

*in 1967 he was the fuku-kan-in 副監院 = vice-secretary, or assistant director; an important administrative position with teaching responsibilities at Sōjiji

"YOGO SUIGAN-ROSHI we have been hearing about for some years as a very good teacher with a real feeling for Westerners practicing Zen. He is the Godo* roshi of the large Soto training monastery, Sojiji, in Yokohama. In a Soto monastery the Godo is head of and directly responsible for the complete practice of the monks. Yogo-roshi visited Zen Center in June, 1971, after a month's residence in Colorado as guest of the Aspen Institute for Humanistic Studies. His first visits to this country were encouraged by Mr. and Mrs. Armand Bartos, the parents of Jonathan Altman, an old student of Zen Center."

Wind Bell, Publication of Zen Center, San Francisco, Vol. XI. 1972, p. 29.

*godō 後堂 = rear hall roshi; a senior monk who occupies a place on the platform next to the rear door in a sangha hall and acts as an advisor to the head seat (shuso 首座)



http://suifuko.jp/yogo-suigan/

余語翠巌老師 (1912-1996)
大雄山最乗寺前山主

Zen Master SUIGAN YOGO (1912-1996)
Mr. Suigan Yogo was the head of the Daiyuzan Saijoji, a temple of Soto school of Zen, in Odawara, some 100 km southwest of Tokyo.

御垂示 余語翠巌老師

 

 


河頭に水を売る "Selling Water by the River"
余語 翠巌 Yogo Suigan's calligraphy

http://suifuko.jp/yogo-suigan/yogo-suigan-7/

"I wish to acknowledge the very great help of Reverend Suigan Yogo in translating the writings of Keizan and most of the ceremonial as well as parts of Dogen. There is no doubt that this book could never have been written without his help and encouragement."
In: Selling Water by the River by Jiyu Kennett, New York: Pantheon, 1972, p. xi.

"The translations appearing in Selling Water by the River were based on pre-existing translations, and not from original texts translated by Kennett Roshi herself. (She was not very proficient in Japanese so it is highly unlikely that she would have been able to translate material that even experienced Japanese scholars find difficult). When I was in Unpuku-ji she was working from drafts made of verbal/dictated translations by Suigan Yogo which she would rephrase and rework. Shortly after I arrived at Unpuku-ji Kennett Roshi gave me a typed manuscript which had been published by Soji-ji Foreign Guest Department, with a preface by her dated July 23rd, 1967 in her capacity as foreign guest master. This manuscript titled Zen is Eternal Life, consists of what became Book I of Selling Water by the River. In the acknowledgements in the 1971 edition she lists Daisetz Suzuki and Reiho Matsunaga's translations as sources. Contrary to her acknowledgements, I did not translate the Dogen material in Selling Water by the River. I translated the "General and Special Offertories" and compiled the glossary (which has a misprint - gyoun-ryusyu instead of gyoun-ryusui). At Shasta Abbey I continued with the translation of Keizan's Denkoroku where it left off at Chapter XV - for a while with a scholar of Chinese - which was serialized in the Journal of the Zen Mission Society. In Hazelton I was working on a translation of another of Koho Zenji's books. Later in Terrace I started translating Dogen's Eihei Koroku for the zazenkai - I was happy when I eventually obtained Yuho Yokoi's translation and later that by Taigen Leighton and Shohaku Okumura!"
Myozen Delport    Sun Oct 14, 2012 9:05 pm
Jeanette A. H. Delport, aka 妙禅 Myōzen (1945-)
ジャネット ミョウゼン デルポート Janetto Myōzen  Derupotō

Recollections about Jiyu Kennett and Suigan Yogo
http://obcconnect.forumotion.net/t537-myozen-delport

 

The lineage of Reverend Suigan Yogo 翠巌 余語 of Saijō-ji 最乘寺, Daiyūzan 大雄山,
1157 Daiyucho, Minamiashigara 250-0127, Kanagawa Prefecture

(1) Gasan Jōseki 峨山韶碩 (1275-1366)
(2) Tsūgen Jakurei 通幻寂靈 (1323–1391)
(3) Fusai Zenkyū 普济善救 (1347–1405)
(4) Gyokusō Ryōchin 玉窗良珍 (d. 1498)
(5) Shōkai Jikō 性海慈孝
(6) Myōshitsu Etō 明室慧燈
(7) Kokugan Shūhō 國岩周邦
(8) Suian Shōsen 水庵聖泉
(9) Jōan Shōtō 靜安性騰
(10) San'ō Juin 三應壽寅
(11) Chūmyō Zenteki 中明全的
(12) Daisen Junchi 大仙淳智
(13) Fui Eiryū 不異永龍
(14) Muin Eiyū 無隱永有
(15) Ippō Sōjun 一峰宗潤
(16) Kōan Sōshuku 綱庵宗祝
(17) Kōsetsu Junsa 功雪潤作
(18) Shinan Gentatsu 真庵元達
(19) Gekkai Sōju 月海宗珠
(20) Nanryū Sonshun 南龍存舜
(21) Takujū Uton 晫州有暾
(22) Gokei Yōton 悟溪羪頓
(23) Kyohō Yōshū 巨峰羪秀
(24) Tengan Shunsa 天岩舜佐
(25) Ōzan Yōsa 王山羪佐
(26) Hakudō Jurin 白堂樹林
(27) Getsudō Kai'in 月堂海印
(28) Gekkō Ryōmon 月江良纹
(29) Kōdō Soun 耕堂祖耘
(30) Kōhan Tesan 孝槃鐵山
(31) Sōkai Tetsuryū 滄海鐵龍
(32) Umon Katsuryū 禹門活龍
(33) Shudō Tekkan 守道鐵關
(34) Iseki Tetsugan 維石鐵岩
(35) Tainō Tetshi 確能鐵觜
(36) Zengetsu Suigan 禅月翠巌 [Yogo 余語]

 

Zenguetsu Suigan Daiosho - Yogo Roshi
http://www.monjacoen.com.br/textos/textos-da-monja-coen/148-zenguetsu-suigan-daiosho

Yogo Roshi foi Abade Superior do mosteiro Saijoji, em Odawara, e Vice-Abade Superior do mosteiro sede de Sojiji, em Yokohama. Sua morte é uma perda para o Budismo Soto Zen e para todos que o contataram. Reconhecendo o impacto de sua vida e ensinamentos, me sinto encorajada a continuar minha prática com toda intensidade.

A UM MESTRE ZEN

Dia 21 de dezembro, ao amanhecer, silenciosa e tranqüilamente, Zenguetsu Suigan Daiosho, Yogo Roshi, entrou parinirvana, em seus aposentos internos de Abade Superior do Mosteiro Saijo-ji, na montanha Daiyuzan, em Odawara, Kanagawa-ken, Japao. Em 9 de setembro do mesmo ano, 1.996, havia completado 84 anos.
"O verdadeiro Dharmakaya nem aparece nem desaparece..."
As palavras da dedicatória dos serviços memoriais para monges é clara: o verdadeiro corpo do Dharma, o verdadeiro corpo da Lei ,dos Ensinamentos Corretos, nao aparece nem desaparece. O famoso nao-nascido e nao-morto dos textos Zen Budistas mais uma vez se revelando.

A NOTÍCIA

Dia 20, sexta-feira, 22:00 h no Brasil. Recebo uma ligaçao do Japao, onde já era sábado, dia 21. A voz da monja Kagai-san, minha companheira de treinamento no Convento de Nagoya, irma de transmissao do Dharma, e nos últimos dez anos, assistente particular de Yogo Roshi, soa tremula :
- Nosso mestre morreu esta manha. Seu corpo será cremado dia 25. Voce acha que pode chegar aqui antes da cremaçao?
- Vou tentar chegar dia 24. Ele morreu no hospital?
- Nao, nao. Morreu aqui no mosteiro, cercado por todos nós. Foi muito lindo, muito tranqüilo. Tente chegar aqui antes da cremaçao, sim?
Passei a manha de sábado tentando contato com o Consulado do Japao, em Sao Paulo, para pedir novo visto de entrada. Fim-de-semana, seguido do feriado do aniversário do Imperador e a maioria dos diplomatas deslocados para Lima, no Peru, procurando resolver o problema do grupo terrorista que invadira a embaixada. Só chegaria a tempo se tomasse o aviao de domingo a noite.
- Sem visto de entrada? Impossível, me diz a agente de viagens.

O PRIMEIRO ENCONTRO

Sem dúvida nenhuma devo muito ao meu professor de ordenaçao, o falecido Koun Taizan Daiosho, Maezumi Roshi, fundador do Zen Center of Los Angeles, hoje sede da grande Comunidade Budista Internacional, conhecida como White Plum Asangha, espalhada pelos Estados Unidos, México, Europa, Austrália, Canadá. Foi ele quem primeiro me indicou o Caminho, que devido a sua infinita compaixao me proporcionou a possibilidade de praticar em Los Angeles, de me tornar monja, de ir para o convento de Nagoya e finalmente me tornar discípula oficial de Yogo Roshi.
Conheci Yogo Roshi no dia 5 de outubro de 1983 (Showa 58, no Japao). Por coincidencia o dia memorial para Bodaidaruma, o famoso monge que atravessou da Índia para a China, por volta do século V, a fim de transmitir os ensinamentos de Zazen. Figura historicamente importante para todos os monges do grupo Zen Budista, figura lendária e inspiradora para todos praticantes do Caminho. Esse foi o dia em que entrei para o Convento de Nagoya, aonde praticaria por oito anos consecutivos. Era o sesshin em homenagem a Bodaidaruma Daiosho. Fui apresentada a Yogo Roshi, que me olhou fixamente e disse:
- Voce fará sesshin comigo.
Falava no Ingles que aprendera em sua juventude, quando estudara em Londres. Em minha petulância e atrevimento de principiante respondi:
- E voce comigo.

NAGOYA

Durante os anos que se seguiram em Nagoya, nas dificuldades de adaptaçao, sem conhecer o idioma e os costumes, era sempre a ele que me dirigia. Yogo Roshi vinha ao nosso convento cada dois ou tres meses, por períodos de tres, cinco, sete dias, a fim de liderar nossos retiros principais. Eu sempre dava um jeito de me esgueirar por entre o elo de proteçao que a abadessa e as outras monjas faziam a sua volta e ia perturbá-lo nas horas de descanso, com minhas constantes perguntas, dúvidas e ate mesmo reclamaçoes. Ele sempre me atendeu. Falávamos do Shobogenzo de Mestre Doguen, da pratica no convento, tomávamos chá juntos, muitas vezes acompanhados pela própria abadessa. Formou-se uma compreensao, entendimento, sutil e profundo, de grande força e delicadeza.
A doce e severa Aoyama Shundo Roshi, abadessa de Nagoya, me honrou ao aceitar que eu fosse a primeira Shusso (Chefe de treinamento das monjas em Aoyama Shundo Roshi) de nosso mosteiro. Cabe aqui um parentesis : embora nossa tradiçao Soto Zen exista no Japao desde a volta de Doguen da China (princípios de 1.200), as monjas só tiveram um mosteiro especial para mulheres definido no começo deste século. Foram quatro monjas que uniram seus esforços e conseguiram fundar o convento de Nagoya. Outras fundaram em Niigata e em Toyama, mas o de Nagoya foi sempre o mais procurado.
Durante todos os anos de lutas pela igualdade de direitos das monjas, nao apenas no aspecto dos sacramentos, mas de estudos e de ajuda financeira, houve um monge que se destacou : Yogo Roshi. Quando servira de Godo no mosteiro-sede de Sojiji conhecera a monja irlandesa , Jiyu Kennedy. Nessa época, Yogo Roshi ajudou-a fazer importantes traduçoes de textos budistas para o ingles. Yogo Roshi me confidenciou que ela era uma das pessoas mais inteligentes e brilhantes que ele conhecera. Talvez tenha sido o primeiro elo para considerar a necessidade de melhores condiçoes para as monjas.
A pedido de Aoyama Shundo Roshi, ele se tornou o diretor superior responsável pelos ensinamentos e treinamento do mosteiro-feminino de Nagoya. Yogo Roshi foi o último monge a ocupar essa posiçao, pois agora quem acumula esse cargo é a própria Abadessa.

YOGO ROSHI - UM EXEMPLO

Yogo Roshi viveu uma época de grandes mudanças e soube se transformar com elas. Ele foi eleito professor dos professores da escola Soto Zen, cargo que ocupou por muitos anos. Era respeitado pelos seus estudos, conhecimentos do Dharma, do Shoboguenzo, do Denkoroko, Shoyoroku, etc. Era respeitado por sua prática monástica que o levou de cargos de direçao a Abade Superior do Mosteiro Saijo-ji, posiçao que manteve até sua morte, e Vice-Abade Superior do mosteiro-sede de Soji-ji. Yogo Roshi deixou muitas caligrafias, escritos, tapes, vídeos e livros. Discípulos corretamente transmitidos somam-se vinte (eu sou a décima sexta nessa irmandade) e centenas de milhares de pessoas a quem transmitiu os preceitos budistas para leigos. Incansável, nunca recusou um visitante, nem se escusava das inúmeras celebraçoes de cerimônias para as quais era constantemente solicitado.
Certa vez, fui passar oito meses num mosteiro em Obama, chamado Hosshinji. Quando cheguei, o monge cozinheiro, que também era o monge-recepcionista, me questionou:
- Qual o Dharma de Yogo Roshi?
- Nyo Ze. Kaku no gotoku. As coisas sao como sao. O universo é como é.
Meu interlocutor sorriu satisfeito.

O ÚLTIMO ENCONTRO

Em outubro de 1996 pude encontrá-lo pela última vez. Eu fora ao Japao representando a Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul, Templo Busshinji de Sao Paulo, para a cerimônia de posse do novo abade superior do mosteiro-sede de Soji-ji, em Tsurumi, Yokohama. Yogo Roshi fora nomeado vice-abade deste mesmo mosteiro de Soji-ji em princípios de 1996. Ele também deveria estar presente nesta cerimônia, mas muito enfraquecido pela doença nao poderia comparecer. Fui visitá-lo assim que pude. Estava em seus aposentos mais internos do Mosteiro Saijoji, que fica nas montanhas de Daiyuzan, perto da cidade de Odawara, em Kanagawa-ken. O caminho para se chegar lá é belíssimo. Montanha de cedros enormes, antigos, subida em curvas silenciosas, nos fazendo lembrar das antigas histórias da fundaçao do mosteiro há mais de 600 anos.
Yogo Roshi me esperava. A monja Kogai-san, sua assistente e minha irma no Dharma, me acompanhou até seu quarto. Ele repousava enquanto uma senhora massageava suas costas. Ao me ver sentou-se rapidamente na cama , olhos grandes, claros, brilhantes, vivos, abertos. Contei sobre o Brasil, o templo aqui de Sao Paulo que tenho dirigido desde outubro de 1995, os nossos progressos com um número crescente de membros, tanto para serviços memoriais como para o zazen. Da satisfaçao de muitos membros da Colônia Japonesa por terem alguém que fale Portugues e possa transmitir as novas geraçoes os ensinamentos de Buda e do primeiro grupo de pessoas que participaram por dez meses de um curso intensivo, e que receberiam em breve os Preceitos Budistas para leigos. Os primeiros netos brasileiros de Yogo Roshi. Ao falar com ele sentia o coraçao em grande paz. Aquela serenidade que a presença de meu mestre sempre me transmitiu. A transitoriedade presente de seu corpo, agora tao magro, debilitado e simultaneamente o intenso brilho de seus olhos , eternamente gravados em todos que o conheceram.
Durante nosso último encontro Yogo Roshi sentia muitas dores, foi o que me disseram. Seu rosto nao o aparentava e ele nao reclamou nem uma só vez. Várias pessoas o cercavam, entre elas, sua filha. Notei que a monja Kogai-san estava tensa. Uma senhora massageava as costas dele e Kogai-san sugeriu que eu lhe massageasse os pés, sempre tao frios. Eram pés muito brancos, dedos bem formados, sem nenhuma calosidade. Yogo Roshi disse:
- Suas maos sao quentes, Coen-osho. (Osho é título para monge/monja)
E segurando minhas maos, deitou-se de lado e adormeceu. Todos saíram da sala e nos deixaram a sós. Eu o olhei fixamente e poderia dizer que brilhava. Segurei sua mao com tranqüilidade, sem sentir pena, nem mesmo tristeza. Havia algo maior do que tudo isso. Dentro de mim fui me comprometendo mais do que nunca , com grande determinaçao, a transmitir no Brasil e aonde fosse necessário e apropriado, o Dharma-Budista, fazendo juz a ser uma de suas discípulas, continuando a transmissao inquebrantável de Buda a Buda.
Depois de algum tempo as pessoas voltaram ao quarto. Ele ainda estava adormecido segurando minha mao. Kogai-san me puxou para que eu fosse almoçar. Ele acordou com nossas maos se separando. Sentou-se na cama e almoçou conversando conosco e dizendo que o tofu com o agariquitsu, que eu levara do Brasil, estava muito bom.
Beijei sua mao antes de sair. Da porta nos fizemos gasho mutuamente. O Verdadeiro Dharmacaya nao aparece nem desaparece...

A GRANDE LIÇAO

Quando expliquei a Kogai-san ao telefone, que nao chegaria a tempo para a primeira cerimonia do enterro, anterior a cremaçao, ela me disse :
"Nosso Mestre estará sempre com voce, se voce assim o quiser. Se tiver fé".
Zenguetsu Suigan Daiosho assim tenho fé. Assim é, foi e será. Em profunda gratidao por sua vida de prática do Verdadeiro Caminho, velho Buda Suigan, descanse em paz.

(Shinguetsu Coen
)



Shinguetsu Coen, Cláudia Souza de Murayama, é Presidente da Federaçao das Seitas Budistas do Brasil durante o ano de 1997 e missionária oficial responsável pelo Templo Busshinji de Sao Paulo, sede da Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul, representante dos mosteiros-sede de Eiheiji e de Sojiji para esta área. Viveu mais de doze anos no Japao, formou-se pelo Tokubetsu Nisodo de Nagoya como professora de monges e leigos depois de oito anos de treinamento intensivo. Fez o Curso de Shike organizado pela Seçao Educativa da Shumucho (Sede Administrativa da Igreja Soto Shu), praticou em outros mosteiros e templos do Japao, completando sua formaçao oficial. Voltou ao Brasil em 1995, e, após a saída do entao Superior Geral para a América do Sul, foi empossada como responsável pelo Templo de Sao Paulo.

Comunidade Budista Soto Zenshu da América Latina
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